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Perguntas comuns

Na maioria das técnicas funcionam exatamente da mesma forma que nas paredes construídas com materiais industrializados. Ou seja, após construída a parede, executam-se as cavidades para embutir eletrodutos e tubulações, que em seguida serão cobertos. 

Para paredes de pau a pique geralmente as instalações são embutidas antes do preenchimento com massa de terra. Paredes de taipa de pilão necessitam de  alto nível de especialização e cuidado na execução, em caso de embutir instalações.

Em geral, é importante especial precaução às instalações hidráulicas embutidas em paredes de terra, por conta do risco de exposição à umidade.

É possível fazer bioconstrução em qualquer lugar que se tenha acesso a terra construtiva. Geralmente cidades com construção civil pujante, possuem fluxo de caçambas com material oriundo de cortes de taludes, cuja característica pode ser analisada para utilização na construção.

Geralmente uma das dificuldades que se pode encontrar para construir com terra nas cidades é que os lotes urbanos tendem a ser menores e alguns processos mais artesanais da bioconstrução necessitam uma dinâmica de espaço no canteiro. Também não é recomendado utilizar técnicas em terra em construções com contato lateral às edificações vizinhas.

Sim, é possível assentar revestimentos de todo o tipo em paredes de bioconstrução. Para isso, é importante orientação especializada, que guiará a execução de camadas de transição a serem aplicadas sobre a parede de terra, antes de assentar os revestimentos cerâmicos ou porcelanatos.

Sim, é possível fazer bioconstrução com mais de um pavimento. Para isso, é necessário um projeto adequado, que avalia criteriosamente as cargas envolvidas e as especificações das paredes de terra necessárias. Já fizemos bioconstruções de mais de um pavimento sem muita excepcionalidade.

Em geral, quando bem executada, uma bioconstrução que seguiu um projeto adequado, demandará manutenções em periodicidade compatível às construções com materiais industrializados.

No entanto, é possível encontrar bioconstruções que não observaram aspectos importantes da relação com o terreno e coberturas adequadas e demandam manutenção relativamente cedo. Por isso, é importante contar com profissionais especializados.

O custo em geral é muito compatível com a construção com materiais industrializados. Apesar de muitos materiais relacionados às paredes de terra serem naturais e gratuitos, ou quase, o seu processo de beneficiamento no canteiro de obras envolve trabalho artesanal. Dessa forma, o custo de materiais tende a ser menor e o custo de mão de obra maior, o que leva ao equilíbrio ao final da obra.

Vale destacar que um projeto que foi desenvolvido com foco em otimizar os custos pode alcançar médias menores do que com materiais industrializados, quando o contexto do cliente e do local é favorável. A logística costuma ter um impacto nesse aspecto.

Nas etapas de fundações, coberturas e instalações elétricas e hidráulicas, as bioconstruções contam com processos e etapas idênticos ou muito semelhantes ao processo convencional.

Atualmente já é possível financiar construções com terra. Já contamos com algumas normas técnicas de técnicas de bioconstrução, o que é um passo significativo rumo ao financiamento. Ainda é necessário lidar com a desinformação e os estigmas em alguns órgãos, mas já há alguns relatos de êxito em processos de financiamento de bioconstruções. Um bom projeto, que seja desenvolvido para este fim, contribuirá enormemente para o resultado do pleito junto ao órgão financiador.
Não necessariamente. Nossa equipe já conseguiu orientar pedreiros e ajudantes com capacitação presencial e à distância e os resultados foram incríveis. É possível realizar o seu sonho de uma construção sustentável mesmo que não conheça profissionais na sua localidade. Temos uma abordagem focada em assessoria remota de obras e capacitação de profissionais da construção civil.